quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Pede-me o que quiseres, ou deixa-me - Opinião

SINOPSE: "Pede-me o Que Quiseres ou Deixa-me é uma intensa e atrevida história de amor, recheada de atracção e erotismo, onde os protagonistas lutam por preservar a relação, apesar do preço que terão de pagar ser demasiado alto. Megan Maxwell conclui assim esta saga erótica repleta de emoções e paixão.
Judith e Eric regressam da viagem de lua-de-mel depois de um casamento de sonho. Ele sente-se o homem mais feliz do universo e não imagina a vida sem ela: apesar disso, os ciúmes e o desejo veemente de a proteger assolam-no repetidamente. Por seu lado, Judith está maravilhada com o seu Iceman e tenta ver sempre tudo pelo lado positivo, embora em mais de uma ocasião fique com o pescoço cheio de chupões…
Desfruta de Eric e dos jogos sexuais, excepto quando ele lhe sussurra que um dos seus maiores desejos é ter um filho com ela."


A opinião da Filipa

E chego ao fim de mais uma trilogia, esta bem diferente das demais.... por ser o género que é.
Na minha vida de leitora ainda li poucos livros do género erótico mas, posso dizer, que, apesar de ter gostado de praticamente tudo o que li dentro do género, esta trilogia é sem sombra de dúvida, a minha eleita.
A minha favorita.
Escusado será dizer que, quem quiser iniciar-se por este tipo de leitura, eu recomendo Megan Maxwell e o par Judith Flores & Eric Zimmmerman.

Neste desfecho de toda a bonita relação dentre Jud e Iceman (alcunha de Jud para Eric, ou ainda, "Parvalhão"), ainda há acontecimentos novos, ainda há surpresas e ainda há reviravoltas no enredo ou não tivéssemos neste último título um indicativo disso mesmo "Pede-me o quiseres ou deixa-me".

Jud e Eric regressam da lua-de-mel e tudo está às mil maravilhas, até que acaba a lua-de-mel e existe o regresso à realidade......
Jud continua a dizer: branco, Eric continua a dizer: negro.

Entretanto Flynn continua a crescer e a aceitar a relação do tio, tanto que... no final vai ter de ser Eric a defender-se do pequenito.

Eric quer ter um filho.
Jud, nem sequer quer pensar na possibilidade, no entanto, começa a sentir-se muito mal-disposta de manhã....

Continuam a jogar com Bjorn (o melhor amigo de ambos) e com outros amigos. Continuam a existir cenas muito visuais para o leitor...

Eric, continua com o seu feitio enciumado... que, desta vez, mais do que nas anteriores, pode trazer consequências graves para a relação de ambos e para a longa relação de amizade para com Bjorn....

Até onde o amor pode ir?
Até onde pode florescer e acabar?
Até onde, estamos dispostos a dar o braço a torcer e, torcer, pela nossa felicidade?

Continuei a adorar as partes familiares, tanto de Judith como de Eric.
A maluca da irmã de Jud.
A doida da mãe de Eric.

Só posso dizer que dei valentes gargalhadas na leitura deste último volume e fiquei ansiosa em igual medida.

E...   Já tenho saudades destes dois.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Estou nua, e agora? - Opinião

SINOPSE: "Alex, uma nova-iorquina, vive uma vida perfeita: acabou o curso e tem um emprego garantido. Está prestes a cumprir os sonhos que desenharam para ela. Mas um desgosto de amor leva-a a viajar pelo mundo. Precisa de se conhecer melhor e ultrapassar os seus medos. Da Tailândia ao Brasil, da Austrália a Marrocos, faz Couchsurfing dormindo em colchões, beliches, camas limpas, camas sujas, parques públicos - até em minha casa, em Lisboa. Nudismo, algum sexo, ilhas paradisíacas, jantares românticos, protestos de rua, festivais no deserto, um encontro com Nelson Mandela, mulheres que disparam bolas de ping pong das suas zonas íntimas - tudo isto faz parte desta história real passada nos sete continentes, ao longo de um ano, que representa tudo aquilo que gostaríamos de fazer.
Há pessoas que cometem erros por se acomodarem e outras que cometem erros por tentarem. A Alex preferiu errar tentando. E vocês?"


A opinião da Vera

Este foi o primeiro livro que li de Francisco Salgueiro e confesso, vou querer ler mais. Achava que ia ler um livro divertido, levezinho e que me ia dar uns momentos de prazer. Foi isso que aconteceu? Não! Foi muito mais do que isso. Este livro ultrapassou largamente as minhas expetativas. Por vários motivos e aqui prende-se em grande escala com os meus gostos pessoais e com as minhas experiências. Adorei ler as aventuras de Alex na Tailândia (recordou-me da minha lua de mel que foi passada lá), adorei ler sobre Portugal (é uma sensação maravilhosa estarmos a ler sobre o nosso país e sobre os cantos e recantos que tão bem conhecemos. Até a minha Coimbra do coração, com a sua história de Pedro e Inês, lá aparece. Maravilhoso!), adorei ficar a perceber melhor o Couchsurfing porque é uma experiência que adorava ter (e Alex teve-a em grande!)

Mas comecemos do princípio: Alex termina os seus estudos e está prestes a começar a sua experiência de trabalho, em Nova Iorque, nos escritórios do pai da sua amiga. Mas a festa de despedida muda por completo o rumo dos acontecimentos e em vez de estar no avião para Nova Iorque ela vai para Reno e encontra-se num evento que mudará a sua vida. Esta história está repleta de aventuras e de peripécias, faz-nos rir à gargalhada, faz-nos ficar com o coração apertadinho e orgulhosos de Alex.
Adorei ver a forma como Alex cresceu enquanto pessoa, como se tornou numa pessoa mais forte, com uma personalidade vincada, completamente diferente do espírito derrotista inicial.
Os personagens que se vão cruzando no caminho de Alex são também eles muito interessantes e com histórias de vida que nos fazem querer saber sempre mais. Bobby é um encanto e ficou guardado no meu coração.

Quem não gostaria de arriscar, deixar tudo para trás e partir a aventura? Parece coisa de filme mas Alex fê-lo e esta história é bem real, documentada com fotografias que nos fazem querer estar lá também!
O livro está escrito de uma forma ligeira e que capta bem tudo o que aconteceu a Alex. Parece que estamos a viver tudo com ela. E tanta coisa aconteceu. Têm mesmo de ler este livro!
Ah, claro que amei a parte que diz respeito ao Francisco Salgueiro. O que um autor não faz para ajudar a resolver uma história de amor? Muito bom!


domingo, 26 de outubro de 2014

Vida noutro Blog 131

Mais um espaço fora do comum e muito bem organizado.
"Overdose Literária". 
Convido-vos a espreitarem este blog brasileiro!


quinta-feira, 23 de outubro de 2014

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Pede-me o que quiseres, agora e sempre - Opinião

SINOPSE: "Pede-me o Que Quiseres, Agora e Sempre é uma intensa história de amor, povoada de fantasias sexuais, tensão e erotismo, onde os protagonistas tratam por tu a paixão.
Após provocar o seu despedimento na empresa Müller, Judith está disposta a afastar-se para sempre de Eric Zimmerman, e decide refugiar-se na casa do pai em Jerez.
Angustiado pela partida de Judith, Eric segue-lhe o rasto. O desejo continua latente entre ambos e as fantasias sexuais estão mais vivas do que nunca, mas desta vez é Judith quem impõe as condições, que ele aceita em nome do amor que professa.
Tudo parece voltar à normalidade, até que um telefonema inesperado os obriga a interromper a reconciliação e deslocarem-se a Munique. Longe do seu ambiente, numa cidade hostil e com o aparecimento do sobrinho de Eric, um contratempo com o qual não contava, a jovem terá de decidir se lhe deve dar uma nova oportunidade ou, pelo contrário, começar um novo futuro sem ele."


Opinião da Filipa
 
Eric e Judith. Judith e Eric. Eric e Judith. Judith e Eric.

Se há histórias de amor que me arrebatam, que me fazem ser "claque" delas, que me puxam e me estimulam, são sem dúvida as que envolvem um pouco da história do gato e do rato.
Ora, este livro tem disso ao longo de toda a sua história.
Começando no primeiro livro e tendo terminado da forma que acabou: "Mas como? Como é que isto pode terminar assim??" este segundo volume não podia começar melhor.

As pessoas ficam admiradas quando dou uma pontuação tão alta a um livro erótico. É um livro erótico, mas, com uma história de amor tão mas tão linda, que.... ai (suspiro).

Aqui, como seria de esperar, Eric e Jud, voltam a estar juntos, mas.... primeiro que isso aconteça.... é que Jud é uma verdadeira latina.
Não há melhor coração, não há melhor amiga, não há melhor filha, não há melhor irmã que ela, mas, se a pisam e fazem sofrer. . . não lhe derretem o coração assim tão facilmente. . .

Então, posso dizer que o livro todo transpira o amor existente entre estes dois e tudo o que fazem para ultrapassar os defeitos que ambos têm com vista a puder agradar ao outro, uma vez que se amam tanto mas tanto mas são tão mas tão diferentes.

Temos também o desenvolvimento do que se passa com a saúde de Eric. O que foi revelado no primeiro livro, temos a continuação neste.

Jud, vai ter que enfrentar vários testes na relação com o sobrinho de Eric. Vai conhecê-lo e as coisas não são muito fáceis.
Mas Jud... é... Jud.

Refiro ainda a relação que Jud tem não só com a família (coisa que já referi aquando do primeiro volume), mas também com os animais abandonados que há por todo o lado... e as coisas que fará e a felicidade que emana dela após conseguir pequenas vitórias nesse sentido... (isto faz-me lembrar um pouco eu que ando sempre de volta de tudo quanto é bicho e se pudesse alimentava e acolhia todos os que pudesse...).

Sendo um livro erótico e sendo que já referi que o primeiro volume (pede-me o que quiseres) é do mais arrojado que já li, não posso deixar de referir as passagens eróticas deste.... meu deus... quente mais quente, não há!

Juntando isto tudo ao Eric... que é assim, algo casmurro mas que ama Jud a 300%, juntando isto às famílias de ambos, ao afecto que Jud instiga nas outras pessoas, ao carinho e à amizade que demonstra, ao seu sentido de diversão, às suas psicopatias de quando está magoada e triste, arrumar a casa toda e colocar tudo de pantanas, ao final deste livro....... 5 estrelas para ele é pouco.


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

O meu cão sobreviveu - Opinião

SINOPSE: "A história real e comovente da luta contra o cancro de um cão e de uma mulher, e do amor que os une.
Teresa J. Rhyne está a tentar reestruturar a sua vida depois de dois casamentos fracassados e da morte dos seus cães — muda de casa, tem um namorado novo e adota um cachorrinho. E, como qualquer cãozinho, Seamus é desastrado, barulhento e travesso.
Pouco tempo depois de ter adotado o incorrigível Seamus, Teresa descobre que ele tem um tumor maligno e menos de um ano de vida.
O diagnóstico deixa-a devastada, mas decide lutar e aprender tudo o que está ao seu alcance sobre o melhor tratamento para o seu cão. O período que se seguiu foi desolador, mas Seamus sobreviveu.
O que Teresa não podia adivinhar é que se estava a preparar para o próximo grande obstáculo da sua vida: um diagnóstico de cancro da mama. Começa então a sua própria batalha: os tratamentos, os efeitos secundários, a depressão. Mas Seamus não deixou que ela desistisse.
A história de Seamus e de Teresa é uma lição de vida, recheada de momentos hilariantes e travessuras que só um cachorrinho poderia protagonizar… E com um final feliz e inspirador."

A opinião da Vera
 
Este é daqueles livros que nos deixa de coração apertadinho! Uma história verídica que é uma verdadeira lição de vida.

A vida de Teresa está um caco e quando resolve adotar Seamus tudo parece encaixar no seu lugar. Até que se descobre que o cão tem cancro e Teresa, que tinha perdido o seu beagel recentemente, não quer acreditar nesta armadilha do destino. Mas ela é uma mulher forte e dá tudo o que pode e não pode para ajudar a salvar o seu cão. Esta luta travada a dois é uma verdadeira inspiração. Ou melhor, a três. Entretanto o namorado de Teresa, que se definia como não sendo uma pessoa de cães, acaba por render-se completamente.
Depois desta luta, Teresa descobre que também ela tem uma luta para travar contra o cancro. Mais uma vez a autora relata-nos como ultrapassou a fase de diagnóstico, operação  e tratamento com quimioterapia e radioterapia. Não foi fácil, teve momentos muito difíceis mas ela não desistiu.

Uma história realmente comovente e inspiradora que não deixa ninguém indiferente.

domingo, 19 de outubro de 2014

Vida noutro Blog 130

Um espaço do Brasil que sigo religiosamente!
É um Blog fantástico e muito rico.
Recomendo "Livros & Fuxicos"


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

A vida secreta de Stella Bain - Opinião

SINOPSE: "Neste envolvente drama, Anita Shreve tece uma apaixonante história acerca do amor e da memória, tendo como pano de fundo uma guerra que devastou milhões de civis e deixou sequelas em todos aqueles que testemunharam os seus horrores. Um romance histórico inesquecível, sério e surpreendente.França, 1916. Uma mulher acorda na cama de um hospital de campanha em Marne, sem qualquer recordação do seu passado ou de como ali chegara.Identificou-se como Stella, mas sente que esse não é o seu verdadeiro nome. De repente, uma palavra incita-a a agir e Stella parte para Londres, onde espera encontrar algumas respostas e abrir as portas para o seu passado."



A minha opinião
 
Um novo livro de Anita Shreve e… que bela surpresa! É um livro muito bem escrito que nos revela a autora no seu melhor. 

Este livro tem como cenário a Primeira Grande Guerra e foca a vida de uma mulher americana corajosa e forte, Stella Bain, que foi encontrada, sem memória, num hospital francês. A procura da sua identidade e dos seus porquês e a luta pela justiça e autoafirmação das mulheres guiam-nos nesta leitura de forma compulsiva.

O livro está dividido em duas partes distintas. A primeira que já referi no parágrafo anterior e a segunda que começa quando Stella se descobre, se encontra. É simplesmente alucinante, um volte face como há muito tempo não tinha oportunidade de ler. Será que é possível existirem duas mulheres tão distintas numa só?! A autora prova-nos que sim.

Com cenários bem conseguidos, com um trabalho histórico marcante e personagens extremamente bem construídas, o livro conta-nos também uma bela história de amor, de reconstrução e de perseverança. 

Andava um pouco afastada de Anita Shreve. Este livro fez-me encarar a autora com outros olhos. Recomendo este livro, sem reservas e vou apostar de novo na autora.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

A metamorfose - Opinião



SINOPSE: "«Certa manhã, ao acordar após sonhos agitados, Gregor Samsa viu-se na sua cama, metamorfoseado num monstruoso insecto.»
É assim que começa A Metamorfose, uma das mais emblemáticas obras de Franz Kafka. Nesta narrativa, o autor recorre à terrível metamorfose física e ao desespero da personagem para abordar os temas transversais a toda a sua obra: o comportamento humano, a impotência perante o absurdo e a frustração provocada por uma sociedade opressora e burocrática."


 
A opinião da Filipa 

Imaginemos que acordamos um dia durante a semana e temos um acordar diferente... estamos transformados numa barata... Imaginemos que não costumamos faltar ao trabalho/faculdade/escola e que quando o fazemos, nesse único dia desde há 5 anos, logo o chefe/diretor vem à nossa casa e exige uma explicação!
Imaginemos também que, quando isso acontece, nem tudo estava a correr sobre rodas e ainda não tínhamos contado aos pais, marido, mulher, família...

Imaginemos que, trabalhávamos unicamente para pagar as dívidas que a família tinha e que o dinheiro ao fim do mês ia quase todo para isso. Todo o nosso trabalho servia para pagar dívidas sobrando pouco ou nada para nós. Imaginemos isto durante... 5 anos....

Imaginemos também que ao acontecer este infortúnio, de acordarmos assim e de não sabermos muito bem como dar a volta à situação, a família e o chefe apercebem-se e... ficam sobretudo com nojo e pensam que têm aqui um estorvo novo com que lidar...

Gregor acorda uma barata e não sabe inverter a situação, nem entende o que lhe está a acontecer. Tenta empatar e fazer com que tudo volte ao normal, mesmo depois do chefe ver o "estado" em que ele está. Quer, mesmo assim, descobrir como as múltiplas patinhas agora funcionam, apanhar o comboio e ainda ir trabalhar.....

Passam-se meses e a família nesse tempo mudou completamente.... pais ociosos e que pareciam doentes... transformam-se...
A irmã, que trata dele.......

A parte final, que despoleta todo o fim desta brilhante narrativa, deixou-me.....
Claro que não vou dizer que não teria algumas atitudes semelhantes pois, de um dia para o outro, tenho um familiar que é uma barata.... quer dizer... pensem nisso. No absurdo da situação. Mas e se acontecesse como aconteceu neste livro? O que é que faríamos se alguém, que nos é próximo, se transformasse numa coisa que à partida a nós nos faz impressão?

Mas a parte final, como disse, enojou-me. Essa parte enojou-me mesmo e fez-me pensar no valor da família para uns e para outros... aqui, em particular, fez-me pensar nas esperanças que pais depositam nos filhos... nas diferenças que alguns pais fazem... 


O livro não é nada difícil de ler.
Não há escrita mais acessível apesar de ser um clássico.
O tamanho dele (90 e tal páginas) também ajuda. Lê-se numa hora, para quem o quiser ler seguido.
Aconselho a quem se quiser iniciar com Kafka.
Fiquei fã e já comecei a minha procura por mais livros dele.


terça-feira, 14 de outubro de 2014

Eu já vi! 223

O que acham destas?!
Podem não ser iguais, mas a ideia é a mesma, claramente!

In "Romance, Entre Aspas"

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

A Improvável Viagem de Harold Fry - Opinião

SINOPSE: "Para Harold Fry os dias são todos iguais. Nada acontece na pequena aldeia onde vive com a mulher Maureen, que se irrita com quase tudo o que ele faz. Até que uma carta vem mudar tudo: Queenie Hennessy, uma amiga de longa data que não vê há vinte anos, e que está agora doente numa casa de saúde, decide dar notícias. Harold responde-lhe rapidamente e sai para colocar a carta no marco do correio. No entanto, está longe de imaginar que este curto percurso terminará mil quilómetros e 87 dias depois. E assim começa esta viagem improvável de Harold Fry. Uma viagem que vai alterar a sua vida, que o leva ao encontro de si mesmo, a descobrir os seus verdadeiros anseios há tanto adormecidos e sobretudo vai ajudá-lo a exorcizar os seus fantasmas. Com este primeiro romance sobre o amor, a amizade e o arrependimento, A improvável viagem de Harold Fry, que recebeu o National Book Ward, para primeira obra, Rachel Joyce revela-se uma irresistível contadora de histórias."


A opinião da Vera

Este livro captou a minha atenção primeiro pela capa, que achei maravilhosa, e depois pela sinopse. E se um dia, quando sair de casa para ir ao correio ou ao mercado, resolver fazer uma coisa completamente inesperada? Sair da sua rotina e mudar a sua vida por completo, apenas para dar um sentido às coisas e não morrer com a sensação de que ficou algo por fazer e dizer?

É isso que Harold decide fazer. Contrariando a sua vida rotineira com a esposa, em que todos os dias são iguais, as acções são automáticas e cada vez a vida lhe dá menos prazer, ele decide fechar um capitulo da sua vida que ficou lá trás, por resolver.
O livro passa-nos uma mensagem forte e através da viagem de Harold podemos tirar algumas “lições” para a vida. 

À medida que a leitura avança vamos obtendo respostas para algumas questões, vamos ficando fortalecidos com a energia de Harold, com a sua força de vontade e tenacidade. Na parte final do final encontramos todas as respostas e são surpreendentes. Uma leitura que nos deixa a pensar, na história do livro e na nossa, muito depois de o livro terminar.  



domingo, 12 de outubro de 2014

Vida noutro Blog 129

No espaço da Maria podemos encontrar livros, leituras, opiniões, novidades, passatempos e muito mais.
"O Imaginário dos livros" conta ainda com a visão desenhada de cada livro, porque a Maria sente também as suas leituras na ponta do lápis de pintar. Uma mais-valia que me motiva a procurar e seguir o seu blog.
Passem por lá e confirmem.




sexta-feira, 10 de outubro de 2014

O segredo dos Tudor - Opinião

SINOPSE: "No verão de 1553, Brendan Prescott é chamado à corte inglesa dos Tudor para se tornar escudeiro de Robert Dudley. Na mesma noite em que chega à corte, Lorde Robert encarrega-o de entregar secretamente um anel à princesa Isabel.
Frente a frente com a emblemática princesa, e depois de ela se recusar a aceitar a joia, o jovem escudeiro percebe que se encontra no meio de uma trama de conspirações e mentiras. Os Dudley planeiam uma traição mortal contra o rei Eduardo VI e as suas duas irmãs — Maria e Isabel — com um único fim: chegar ao trono.
Destemido e convicto de que o que vai fazer é o melhor para Inglaterra, Brendan Prescott alia-se a Isabel e aos seus protetores. Torna-se assim um agente duplo em defesa da coroa, contra a ambição desmedida dos Dudley."


A minha opinião


“O Segredo dos Tudor” passa-se no sec. XVI, mais propriamente em 1553, durante o tempo de reinado do Rei Eduardo VI. É um romance histórico muito bom que retrata fielmente os tempos atrás referidos e o clima de perigo, intriga e traição que era típico da Inglaterra nessa altura. 

O jovem Prescott, protegido de uma importante família da época, é chamado para ser escudeiro de Robert Dudley. O jovem Prescott é culto e inteligente e rapidamente deixa a sua marca na corte, principalmente por ser bastante leal. O rei, ainda jovem, vive dependente e manipulado pelo seu conselheiro, o pai de Robert. Está em jogo a escolha do sucessor de Eduardo VI e toda a intriga que daí advém é estrela nesta narrativa. Apaixonada por Robert, a princesa Isabel de Tudor, que mais tarde viria a ser Isabel I, é corajosa, sedutora e inteligente. Ela encontra no jovem escudeiro Prescott, um amigo e um leal aliado. Esta é, em poucas palavras, uma “pincelada” desta magnífica história. Muito mais gira à sua volta, ou não fosse a história de Inglaterra e a saga dos Tudor uma inesgotável e constante fonte de interesse.

Com uma escrita relativamente formal, mas muito acessível, Gortner, guia-nos pelos corredores intrincados de uma corte cheia de mistérios, amor, intrigas e traição. Com um equilíbrio fenomenal entre o histórico e o ficcional, o autor cativa-nos desde a primeira linha do livro até ao desfecho da ação, deixando-nos ansiosos à espera de uma continuação. As descrições e as ações que o livro retrata são tão reais e tão bem descritas e desenvolvidas que nos transportam para dentro da história e vivemos com as personagens todos os momentos bons e menos bons da narrativa.

Já tinha lido um livro de Gortner e tinha ficado muito intrigada. Apostei de novo no autor e não me arrependo. É certamente um autor com lugar cativo na minha estante! Recomendo sem restrições!


 

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Segredos do passado - Opinião

SINOPSE: "Filha de uma respeitada família de Dunderry, na Geórgia, Claire Maloney era uma menina caprichosa e mimada, mas isso não a impediu de travar amizade com Roan Sullivan, um rapaz feroz, órfão de mãe, que vivia numa caravana com o pai alcoólico. Nunca ninguém conseguiu compreender o laço que unia as duas crianças rebeldes.
Mas Roan e Claire pertenciam um ao outro¿ até à violenta tarde em que o terror tomou conta das suas vidas e Roan desapareceu.
Durante vinte anos, Claire procurou o rosto do seu amor de infância por entre a multidão. Durante vinte anos, esperou ansiosamente uma carta e sobressaltou-se a cada toque do telefone. No entanto, quando Roan surge novamente na sua vida, a alegria de Claire não é completa, pois ao contrário do que se afirma o tempo não apaga todas as feridas.
Algumas permanecem ocultas, prestes a reabrir-se ao mais pequeno incidente. Que segredos do passado envenenam o presente e minam o futuro?"


A opinião da Filipa

Sem sombra de dúvida este livro arrebata-me até ao mais íntimo do meu ser. Devo ser uma romântica incurável (coisa que pensei nunca vir a admitir).
Deborah Smith escreve e cativa-me instantaneamente. Para mim, dentro deste género e com o que vou conhecendo, Deborah ganha aos pontos os restantes escritores. Escreve sobre a família duma maneira que nunca li, escreve sobre sentimentos da maneira mais sincera e profunda, escreve sobre determinação, objectivos alcançados e outros desfeitos, escreve sobre amor da forma mais pura. . .

Esta história cativou-me a partir do momento em que abri o livro e li a primeira frase. Reconhece-se rapidamente o estilo de escrita da autora, por quem sou apaixonada. É uma história de sentimentos que não são fáceis de vir à tona. . . uma história que magoou gerações na família mas no fundo de tudo, uma história sobre: AMOR.

Viajamos pela vida em tenra idade de Claire e de Roanie. Deborah Smith conta-nos todas as travessuras que povoam o ambiente familiar de dois miúdos. Uma obstinada Claire e um orgulhoso Roanie. Um cliché - Ela rica, ele pobre. Desenvolvem uma amizade ternurenta contra tudo e todos até ele ser acolhido pela família dela. Acontecimentos desenrolam-se e. . . a vida não é um conto de fadas.

Ao longo do livro temos cartas que dão um ímpeto à história, que dão força a uma personagem que se pensa esquecida. . .

Há afastamentos dolorosos e remorsos de fazer correr lágrimas, mas há também união.

Continuamos a acompanhar o crescimento de Claire e de Roan e conhecemos-os em adultos. . . no entanto muito se passou e muito vai ter que ser esclarecido para regressar a normalidade na vida destes dois. . .

Não sei o que mais escrever sem relatar o que se passa no livro porque é a minha vontade. Exprimir o quanto gostei dele e querer assim, que mais pessoas o leiam porque é sem dúvida um livro imperdível DENTRO DO GÉNERO.


terça-feira, 7 de outubro de 2014

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Alexander - Opinião

SINOPSE: "Tatiana tropeçou no degrau e quase caiu. De joelhos ao lado dele, fez o que pensava não poder voltar a fazer em toda a sua vida: tocou em Alexander. E beijaram-se. Beijaram-se como se fossem de novo jovens nos bosques do Luga. Beijaram-se até esquecerem a guerra e o comunismo, a América e a Rússia. Beijaram-se e afastaram tudo, deixando ficar apenas o que restava – fragmentos de Tania e Shura.
A viver na América com o filho, Tatiana tentou esquecer a mágoa pela perda do seu grande amor, Alexander. A sua vida seria perfeita se essa memória não estivesse presente a cada momento de cada dia. E quando uma improvável réstia de esperança de encontrar Alexander vivo se apodera dela, Tatiana não hesita.
Deixa o pequeno Anthony aos cuidados da amiga Vikki e parte para uma derradeira e perigosa viagem à Alemanha. Em jogo está tudo o que construiu e a sua própria vida. Se for encontrada, Tatiana sabe que não escapará. É uma mulher marcada.
Mas mais impossível do que o seu sonho é a incapacidade de aceitar a vida sem Alexander. Mais forte do que o medo é a promessa que fizeram um ao outro há tantos anos atrás: “viveremos juntos ou morreremos juntos.”
Tatiana e Alexander protagonizam uma das grandes histórias de amor da ficção contemporânea. Um inesquecível relato de paixão, guerra, coragem e sobrevivência."


Opinião da Vera

Este é o último livro da Trilogia Tatiana & Alexander editado pela ASA.
Depois dos dois primeiros volumes, estava com bastante curiosidade para ler este último volume. Alguns artigos online dizem que este livro faria parte, na versão original, do segundo volume e que haveria um terceiro livro que não foi editado em Portugal.

De qualquer forma gostei imenso deste livro. Comparando com os anteriores soube a pouco, é bem mais compacto, mas ainda assim foi o fechar dum círculo.
Tatiana está em Nova Iorque, é cidadã americana e tem o seu filho Anthony consigo. Mas falta algo na sua vida, falta-lhe Alexander. E ela não consegue fechar esse capitulo pois na sua cabeça e no seu coração, ele não está morto.
Já tendo sofrido muito ao longo da vida, Tatiana tornou-se numa mulher forte, inteligente e perspicaz. Recorre a todo o apoio que consegue, arquiteta um plano e vai em busca do seu amor, pondo em risco a própria vida e deixando o filho aos cuidados da amiga Vicky.
Gostei da forma como a autora nos vai relembrando situações dos livros anteriores, das dificuldades que Tatiana e Alexander passaram para sobreviver à Guerra e à fome para finalmente poderem estar juntos.

E o tão esperado reencontro acontece, finalmente. É um momento forte, cheio de emoção que me deixou de coração apertado e com a lágrima no canto do olho.
Apreciei a luta de Tatiana em busca do seu amor e de ver como esta menina que caminhava pela neve para ir buscar pão para a sua família se tornou numa mulher tão forte e decidida, tão independente e lutadora.

Ela encontra-se com o seu amor, na Alemanha, num campo onde Alexander foi feito prisioneiro e é submetido a uma tortura constante. E Tatiana tem que ser rápida porque o plano é levarem o “prisioneiro” para a Rússia e nesse caso, ambos sabem que é o fim. Munindo-se do seu estatuto de enfermeira da Cruz Vermelha, ela vai lutar pelo seu amor de uma forma poderosa e surpreendente.
“Viveremos juntos ou morreremos juntos.”

Uma leitura a não perder!

domingo, 5 de outubro de 2014

Vida noutro Blog 128

Voltamos aos blogs literários com o "Pereira's Book's".
Um espaço de leituras muito interessante comandado pela Maria Pereira, uma leitora de mão cheia!
Fica mais uma proposta para os meus seguidores.




sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Uma semana para te amar - Opinião

SINOPSE: "Temporária. É a palavra que melhor descreve a minha vida nos últimos anos. Sou a mãe temporária do meu irmão mais novo, já que, aparentemente, a nossa mãe não quer saber de nós. Tenho um trabalho temporário num bar, pelo menos até conseguir arranjar outra coisa. E sou a namorada temporária que todos os rapazes querem ter, porque me deixo seduzir facilmente. Ou, pelo menos, é o que dizem os rumores.
Sou neste momento a namorada temporária do Drew Callahan, lenda da equipa de futebol da universidade e de quem toda a gente gosta. Ele precisava de alguém que fingisse ser sua namorada durante uma semana. Em troca de dinheiro. Muito dinheiro.
Levou-me para o seu mundo falso, onde toda a gente me detesta e onde toda a gente quer alguma coisa dele. Mas a única coisa que o Drew parece querer sou eu.
Já não sei em que acreditar. Tudo o que eu sei é que o Drew parece precisar muito de mim. E eu quero estar lá para ele. Para sempre."

A minha opinião
 
Um livro que me conquistou em primeiro lugar pela capa. Despretensiosa e muito bonita cativou-me desde o primeiro olhar. Depois veio a sinopse e está realmente bem conseguida despertando o leitor para o conteúdo do livro.

Monica Murphy conta-nos a história de Fable, uma adolescente com uma vida nada fácil, com um irmão a cargo e uma mãe alcoólica e quase ausente. É uma menina ainda e tem que trabalhar para sobreviver trancando a sete chaves todos os seus sonhos e ambições. Uma menina bonita e namoradeira que desperta paixões e rumores, muitos deles menos bons. Fable não se preocupa com os falatórios, vive um dia de cada vez e luta por um futuro melhor, para si e para o seu irmão. Do outro lado temos Drew, o oposto de Fable. Rico, famoso, ambicioso mas simples. Guarda segredos obscuros e estranhos, talvez uma vida também nada fácil, apesar de desafogada. Os dois encontram-se ao celebrarem um contrato entre si, um contrato temporário. Uma semana em que os dois terão que fingir que são namorados e… é melhor não contar mais nada! Entre os dois nasce uma relação cheia de incertezas, dramas, angústias e algo mais profundo, algo inesperado, algo muito especial.

A autora escreve de forma muito clara e fluída. A história é rápida e encantadora. A narrativa está bem construída, evolui ao longo do livro e, no final, fica-nos o sabor a pouco. “Uma semana para te amar” conta com momentos de romance, de introspeção e de reflexão na dose certa que prendem o leitor e fazem do livro algo mais do que simplesmente um livro para jovens/adultos.

Este é o primeiro livro de uma série que promete ser bastante boa. Vou seguir, sem qualquer dúvida!

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