domingo, 31 de maio de 2015

Recomendo - maio de 2015

De entre belíssimas leituras, destaco esta por ser uma das melhores, por ser de um autor português fantástico e por ser de um dos meus autores de eleição.

 Opinião aqui

Vida noutro Blog 162

Descobri este Blog há muito pouco tempo, mas agradou-me a sua alma.
é mais um blog dedicado aos livros e às leituras.
Gostei muito e recomendo!


quinta-feira, 28 de maio de 2015

O que aprendemos com os gatos - Opinião

SINOPSE: "Os seres humanos - pensa o gato - têm uma irremediável tendência para compreender tudo distorcido. Isto porque os humanos partem da absurda crença de que são animais superiores, quando toda a gente sabe que os animais superiores são os gatos.
Os gatos - pensa a autora deste livro - têm muito para nos ensinar, mas para isso é necessário que estejamos atentos e dispostos a aprender.
São carinhosos, mas nunca submissos; confiantes, só se exercitarmos a virtude de uma conquista paciente; domésticos e independentes; aparentemente indefesos, mas na realidade muito mais preparados para a sobrevivência do que nós. E por baixo de um pelo de seda, ocultam-se as garras de uma fera e um corpo atlético invejável.
Um livro que é uma joia para qualquer bom leitor e absolutamente indispensável para todos os amantes de gatos."

A minha opinião

A autora brinda-nos com uma bela visão do que são os gatos, como são, como vivem e como interagem connosco. Começa com a perda de um destes animais, situação comum a quem os tem e que, na maioria das vezes, é extremamente dolorosa. Perder um animal de estimação, seja ele qual for, fica marcado para sempre no nosso coração. 

Ao longo do livro somos confrontados com cenas de ternura, de patilha, cómicas ou não, tudo à conta do nosso gatinho e do seu dono. A autora conhece muito bem estes felinos e quem os tem revê-se nesta narrativa. Leva-nos a refletir sobre a vida e a morte e ressalva bem que viver com um gato não nos torna seu dono mas sim alguém que partilha o seu espaço e que negoceia o seu dia-a-dia.

Gostei da escrita clara e fluída, da narrativa despretensiosa mas muito cuidada e adorei ler sobre estes amiguinhos. Recomendo, a quem gosta e a quem “não” gosta de gatos.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Eu já vi! 266

Olhem que coisas mais lindas e atuais!
Obrigada Ana Filipa Ferreira. É bom ter amigas!


terça-feira, 26 de maio de 2015

Três semanas com o meu irmão - Opinião

SINOPSE: "Na Primavera de 2002, uma pequena brochura perdida num monte de "junk mail" veio introduzir uma nota de desafio e de aventura na vida de Nicholas Sparks e do seu irmão, Micah. O convite era, no mínimo, irresistível - uma viagem de três semanas à volta do globo que os levaria a conhecer as «Terras dos Adoradores do Céu». Teria início no Hemisfério Sul e terminaria no Círculo Polar Árctico. Inspirados pela profunda amizade que os une, os dois irmãos concedem a si próprios um tempo de evasão e de descoberta que terá por cenário o exotismo e o mistério de alguns dos locais mais sagrados e míticos do mundo. Livro de memórias e relato de viagem, Três Semanas com o Meu Irmão é, antes de mais, uma peregrinação interior que celebra o amor, a coragem e a fé, e nos exulta a abraçar a vida com todas as suas incertezas."

A minha opinião


“Três semanas com o meu irmão” relata a vida de Sparks, as dificuldades, as perdas mas também as alegrias e o amor que une a família. O livro é, no fundo e no meu ponto de vista, um registo autobiográfico do autor.

A leitura transporta-nos para a vida como ela é, para o amor entre irmãos e para cenas dramáticas ou hilariantes que advêm dessa relação especial. Quem tem irmãos revê-se claramente nesta narrativa. A vida da sua família repleta de desaires e dificuldades explica-nos claramente o significado da sua escrita nos inúmeros livros já publicados. Estes refletem a vida do autor e as suas vivências, “mascaradas” noutras estórias. O autor fala ao coração com coração e será este, talvez, o segredo do seu enorme sucesso. Revela-se um homem de princípios, um homem carinhoso, com muita força para viver, que ama acima de tudo mas que também mostra a sua dose de rebeldia.

Perder a mãe fisicamente e a consequente perda do pai emocionalmente, porque este deixou de querer viver, foram duros golpes para Sparks. Como se isso não bastasse perde mais tarde a irmã, ainda nova, para o cancro. Enquanto adolescente e jovem adulto, resta-lhe apenas o irmão, da sua família nuclear e é ele uma das suas grandes referências.

Um livro muito interessante que nos apresenta Sparks na sua essência. Um livro muito bem escrito que conduz a uma leitura compulsiva, muito ao estilo do autor. Um livro para ler, obrigatoriamente!


domingo, 24 de maio de 2015

Vida noutro Blog 161

Um espaço muito arrumado e com um visual muito fresco. 
É assim que nos é apresentado o Blog 
É um espaço que nos fala de livros, mas também de fotografia, cinema,...
Gosto muito de por lá passar. Já conhecem?!


quinta-feira, 21 de maio de 2015

Coisas que uma mãe descobre - Opinião

SINOPSE: «É que ser mãe é, de facto, uma experiência única. Para o bem e para o mal. É a coisa mais bonita do mundo, mas também a mais extenuante. É um flutuar entre momentos de felicidade e de angústia profunda. É o não trocar nenhum minuto passado ao lado dos nossos filhos, mas ao mesmo tempo ter saudades dos tempos em que eles não existiam (ou desejar secretamente que eles desapareçam durante uma hora para podermos ouvir os nossos próprios pensamentos). E entre os milhões de livros e artigos que já foram escritos sobre o assunto, nenhum nos conta toda a verdade. Sobretudo porque há sempre a tendência para sobrevalorizar as coisas boas e não dar muita importância aos momentos mais complicados.» 


A minha opinião

Com esta leitura vivi momentos de muito humor nas descrições das experiências e das peripécias que esta mãe viveu e continua a viver. As situações são deveras realistas e quem já passou por isso sabe do que falamos. 

Por vezes a autora questiona o seu papel de mãe, a sua forma de pensar e/ou agir. Acha-se uma “má” mãe, segundo os padrões normais, ou será apenas uma mãe que questiona, que encara a realidade e que não gosta de seguir caminhos ou estratégias pré-concebidas? Por vezes até cria categorias na tentativa de dar resposta a algumas das suas questões e ansiedades, como os diferentes tipos de mães, por exemplo. Nós mães, temos a tendência para ver tudo através de lentes mágicas e justificamos tudo com o facto de que ser mãe é “sacrificarmo-nos” pelos nossos filhos sem reclamar ou achar que algo não está bem. Foi assim que a mensagem passou de geração em geração e quando uma mãe questiona é, muitas vezes, mal interpretada. Que atire a primeira pedra a mãe que ainda não se questionou sobre se ser mãe é ou não o “melhor do mundo”. É realmente o “melhor do mundo”, mas com alguns “ses”… 

Podemos achar algumas passagens descritas algo “duras” nesta etapa que é a maternidade, mas há momentos em que nos questionamos seriamente sobre essa mesma maternidade e sobre tudo o que ouvimos ou lemos sobre ela. Desejamos muitas vezes um momento só para nós, mesmo que efémero. Eu revejo-me em muitas passagens deste texto até porque tive gémeas e durante algum tempo o meu tempo parou e vivi apenas o delas. Não me arrependo, sou mãe, mas senti muitas vezes necessidade de me afastar um pouco e ainda bem que o fiz, e ainda o faço, a bem da minha sanidade mental. 

Ao longo do livro revivemos lugares comuns descritos com muito humor e uma bela dose de sarcasmo. A autora, como mãe, não tem papas na língua. O amor que só uma mãe é capaz de sentir e sabe demonstrar, qualificam-na para falar desta forma que por vezes parece pouco abonatória, mas é simplesmente um desabafo de sentires ao longo desta interminável aventura que é ser uma mãe real, uma mãe que é mãe, esposa, filha, profissional, empregada doméstica (algumas a tempo inteiro, infelizmente), amiga, companheira, …

A Filipa escreve de forma muito simples, com muita clareza e fluência, tornando a leitura rápida e motivante. As ilustrações da Sofia são um elemento chave que proporcionam a este livro aquele toque de ternura e alegria que complementam a escrita. A escrita e a ilustração emprestam ao livro um equilíbrio maravilhoso. Parabéns pelo cuidado que tiveram com ele na sua conceção!

Recomendo este livro a todas as mulheres, mães ou não, assim como a todos os homens, porque todos já fomos bebés/crianças e todos tivemos/temos uma mãe. Leiam-no com a mente aberta, com muito amor e carinho!


quarta-feira, 20 de maio de 2015

Eu já vi! 265

Não são propriamente iguais nem semelhantes, por assim dizer!
São certamente a mesma ideia! :)

Encontraram mais?! Enviem para o meu mail. Obrigada!

terça-feira, 19 de maio de 2015

Pássaros Feridos - Opinião

SINOPSE: "Um dos romances mais lidos e apreciados de todos os tempos, Pássaros Feridos é uma saga de sonhos, paixões negras e amores proibidos. Passada na Austrália, percorre três gerações de um indomável clã de rancheiros cujas vidas vão ganhando contornos numa terra dura mas de grande beleza ao mesmo tempo que vão lidando com a amargura, a fragilidade e os segredos da sua família. Uma apaixonante história de amor, um intenso épico de luta e sacrifício, uma celebração da individualidade e do espírito. É sobretudo a história de Meggie e do padre Ralph de Bricassart - e da intensa ligação de dois corações e duas almas ao longo de uma vida inteira, numa relação que ultrapassa perigosamente as fronteiras sagradas da ética e do dogma."


A opinião da Filipa

Este livro foi dividido em duas partes por mim:
A parte que adorei ler e a a outra parte que se tornou bastante aborrecida.

A história acompanha ao longo de mais de 50 anos a família Cleary, um casal, Fee e Paddy com os seus sete filhotes. E quando escrevo que acompanha, acompanha mesmo as suas vidas, pois temos páginas e páginas a falar dessa mesma vida de campo, sendo que dirigem uma extensa herdade com vários rebanhos e extensos pastos. Sendo tosquiador de profissão, o pai Cleary ensina a sua arte aos filhos e estes fazem disso a sua vida mais tarde. Depois no meio de tantos filhos homens, temos Meggie, a única menina e sob a qual se vai desenrolar o grosso da história.
Meggie cresce protegida pelos manos, mas vai ter que crescer mais depressa do que pensava. 

Esta história atravessa as grandes guerras, tendo consequências na família.
Esta história enfrenta a seca. Uma seca que está muito bem descrita permitindo-nos imaginar o que pode acontecer a famílias que vivem apenas do que a terra dá. Esta história dá vida a um amor proibido, um amor devastador e avassalador, um amor que atravessa tempos e arrasta reviravoltas ao longo de vários anos, até ao derradeiro fim. Um amor que vai dar origem a um segredo, um segredo que revelado no final à única personagem que não o sabia, vai ser fatal.

O que posso dizer relativamente ao livro é que é uma história belíssima com personagens muito bem construídas, sendo que sentimos grandes emoções ao ler este livro. Sentimos com eles tudo, desde uma emoção feliz intensa a uma emoção triste intensa.
Não é uma história de conto de fadas, expressa bem o que acontece na vida real, quase parece que tem cunho pessoal.
Expressa também com igual intensidade a importância que tem o amor à igreja, com os seus benefícios e sacrifícios.

Tudo o que posso dizer é que, adorei ler a história mas o livro é demasiado extenso e demora sempre muito a avançar, há partes que me foram mesmo muito difíceis ler, achei-as aborrecidas e para mim, desnecessárias. Vivenciamos envelhecimentos e assistimos a poucos partos mas somos voyers do crescimento dos novos elementos. No entanto, é preciso realçar que como acompanhamos todas as personagens em 50 anos, acompanhamos mesmo tudo, é quase um diário de toda a vida que se passa na Austrália do século XX.

Termino apenas dizendo que é uma leitura que vale a pena, pelas suas personagens riquíssimas e pela excelente história que nos é contada.


domingo, 17 de maio de 2015

Vida noutro Blog 160

Mais um blog que "vem" do outro lado do Atlântico.
É um espaço que está a crescer e a sua administradora, a Amanda, não se poupa a esforços para isso.
Começou com "A menina e o vento" e agora está em força neste
Convido-vos a conhecer o espaço!



quinta-feira, 14 de maio de 2015

Gosto de ti, e então? - Opinião

SINOPSE: "Primeiro havia ela. E havia ele.
Ela era festa; ele calmaria. Ela miúda que ninguém conseguia agarrar; ele senhor de cara sisuda que ninguém tentava alcançar.
E os seus caminhos cruzaram-se, e a vida trocou-lhes os planos. Fez com que tropeçassem um no outro. Que se encontrassem na esquina do tempo, onde finalmente foram Eles.
E houve noites longas e acordadas. Mãos dadas em silêncio. Conversas com os olhos. Ombro e colo. E foram amigos, confidentes, companheiros, amantes. Foram paixão, luxúria e carne.
Mas houve o depois: a vida e a realidade, sombras e fantasmas. E um amor que de repente já não tinha onde se esconder.
Passou um ano, este ano, estas páginas que são o diário dela, o grito dela: Gosto de Ti, e Então?
Um grito em lágrimas, porque um amor assim não se quebra, nem quando os corpos se separam.
Eles amar-se-ão sempre. E tanto.
Gosto de Ti, e Então? é um romance em forma de diário, um relato íntimo, a estreia de Rita Leston - cuja página no Facebook se tornou um raro fenómeno de popularidade, com milhares de fãs persistentes à espera que uma história assim se pudesse um dia ler em livro"


A minha opinião

Este livro foi muito falado nos grupos de leitura a que pertenço. Fiquei curiosa, porque a autora “muito conhecida” para mim era uma ilustre desconhecida. Como sabem, adoro ler em português, especialmente gosto de ler novos autores. Aceitei o desafio proposto pelo SDL e considero que foi uma leitura razoavelmente compensadora.

O livro está escrito no feminino e em forma de diário. As pequenas partes que compõem o seu todo são de rápida leitura, com uma escrita bastante acessível e interessante. Já li alguns livros deste tipo e penso que foi uma escolha inteligente por parte da autora. 

A estória fala-nos de amor, de um amor inacabado, de um amor adormecido. Como em todas as histórias de amor, nesta também há sofrimento, dor, incertezas,… No decorrer da leitura nota-se uma certa repetição narrativa que bloqueia de certa forma o avanço da mesma. Tive de parar um pouco e voltar mais tarde. A sensação de repetição quebra muito o ritmo da leitura e marca de forma menos positiva este livro. A narração poderia ter sido mais pensada, aprimorada e revista, ganharia certamente um impacto diferente.

Penso que estamos perante uma autora em processo de “amadurecimento”, muito inteligente e criativa que coloca claramente o coração na sua escrita. Estou convicta que ainda vamos ouvir falar muito mais da Rita Leston.


quarta-feira, 13 de maio de 2015

Eu já vi! 264

As duas primeiras andavam por cá há algum tempo, nos arquivos.
A terceira encontrei-a no "Romance, Entre Aspas". 
A 4ª é apenas uma variante da terceira para o mesmo livro.
Muito interessante, realmente!


terça-feira, 12 de maio de 2015

Eu sou Malala - Opinião

SINOPSE: "Malala Yousafzai tinha apenas 10 anos quando os Talibãs tomaram o controlo da região onde vivia. Educada a defender os valores em que acredita, Malala lutou pelo seu direito à educação sob o regime talibã. Por essa causa quase perdeu a vida no dia 9 de outubro de 2012, atingida à queima-roupa quando regressava a casa na carrinha da escola. 
«Não estava triste. Não estava assustada. Pensei apenas: A minha aparência não interessa. Estou viva. Estava agradecida.»
Hoje, Malala é um símbolo do protesto pacífico e a pessoa mais jovem de sempre a receber o prémio Nobel da Paz. Esta edição das suas memórias dirigida aos leitores mais jovens dá-nos a conhecer a sua história e faz-nos acreditar na esperança e na possibilidade de uma pessoa - ainda muito jovem - poder inspirar a mudança na sua comunidade e no mundo.
Eu Sou Malala contém fotografias de Malala e da sua família."


A opinião da Filipa
 
Ganhei este livro num passatempo e embora tivesse alguma curiosidade para o que ia encontrar, a verdade é que não estava assim muito entusiasmada; ainda para mais esta é uma versão para jovens leitores.
(Depois de lê-lo estive com a edição "normal" nas mãos e folheei-a para ver diferenças e parece-me que nesta minha edição, as partes mais sangrentas e violentas são omitidas ou ditas de uma maneira muito muito soft)

A história de Malala é uma história que, como ela própria o diz, podia ser de qualquer outra rapariga em qualquer outra parte do mundo.
Ela teve a sorte de ter o apoio dos pais e o incentivo.
O carinho destes para seguir com as suas convicções.

Muitas outras não o tiveram e não tiveram a "sorte" ou a possibilidade de avançar com o que quer que pensavam, se, sequer o faziam pois, as raparigas não eram bem vistas a ir para uma escola. A ter opiniões.

A educação feminina não é bem vista. (Não era e continuará a ser assim por muitos sítios ainda.)

Malala conta-nos como foi a sua vida desde tenra idade no Paquistão. Toda a sua rotina e a dos pais, irmãos, restantes familiares e amigos.

Como eram os dias de festa e como eram os dias de festa... sem festa.
No meio de tiroteios, ameaças e bombas.
Bombistas suicidas.
Mais ameaças.
Crianças a trabalhar em lixeiras, chicotadas em público...

Tudo mudou quando o pai recebe ele próprio uma ameaça pessoal e directa.
O pai não se preocupava. Morreria por aquilo que acreditava e defendia.
Igualdade de direitos. Educação para meninos e meninas.
Uma posição que passou para a filha.
A mãe, apesar do medo, apoiava e nunca fechou as portas ao que quer que Malada pensasse e decidisse.
Como Malada também referiu, ela e o pai eram os sonhadores, a mãe, a pessoa que metia os pés de todos bem assentes na terra.

Adorei a forma como Malada descreve a relação entre ela e os irmãos.
Antes e após Malala se ter tornado A MALALA.
(Uma relação típica de irmãos, quem os tem, vai entender muito bem isto).

Temos descrições das montanhas, do vale, do tempo, da natureza mas também de toda a destruição que tudo isto foi alvo.
O constante medo de sair de casa quando chegam os talibãs.
A forma como estes apareceram. Como instalaram esse mesmo medo.
Como, mesmo assim, não assustaram uma menina de 11 anos.

Malala é realmente extraordinária.
Lutou por algo em que acredita e que, realmente não devia ser uma coisa que ainda se discutisse nos dias de hoje.
Ao ler, só pensava na quantidade de pessoas que continuam a não ter acesso a tanta coisa que eu tenho e sempre tive como garantido.
Faz-nos ficar tristes e felizes ao mesmo tempo, faz-nos agradecer por tudo.

Malala lia e lê muito.
Na altura em que é baleada (não refiro esse acontecimento na opinião porque acho que essa é a parte mais emotiva e devem lê-la sem saber nada) e quando está no hospital em recuperação, Malala está a ler um livro oferecido por um político britânico e esse livro é: "O feiticeiro de Oz" e ela retira a moral da história.
Diz ela que a vida é cheia de obstáculos mas que vamos sempre tentar ultrapassá-los da melhor maneira possível. Algo assim.

Agora, eu retiro também algo da leitura deste seu livro.

DEVEMOS SER TODOS MALALA.
LUTARMOS POR AQUILO EM QUE ACREDITAMOS. QUER SEJA IGUALDADE DE DIREITOS, QUER SEJA NA LUTA CONTRA A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, QUER SEJA NA LUTA CONTA A VIOLÊNCIA SOBRE OS ANIMAIS, RACISMO, XENOFOBIA... o que seja... Se o pudermos fazer, mesmo que não seja "em grande escala", devemos tentar sempre melhorar no nosso dia-a-dia e ajudar sempre um pouco o outro todos os dias.... e por vezes fazemos isso simplesmente ao colocar um sorriso no rosto de outro.


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