terça-feira, 31 de março de 2015

O palácio de inverno - Opinião

SINOPSE: "Quando Vavara, uma jovem órfã polaca, chega à ofuscante e perigosa corte da imperatriz Isabel em Sampetersburgo, é iniciada em tarefas que vão desde o espreitar pela fechadura até à arte de seduzir, aprendendo, acima de tudo, a ser silenciosa - e a escutar.
Chega, então, da Prússia Sofia, uma frágil princesa herdeira, a potencial noiva do herdeiro da imperatriz. Incumbida de a vigiar, Vavara em breve se torna sua amiga e confidente e ajuda-a a mover-se por entre as ligações ilícitas e as volúveis e traiçoeiras alianças que dominam a corte.
Mas o destino de Sofia é tornar-se a ilustre Catarina, a Grande. Serão as suas ambições mais elevadas e de longo alcance? Será que nada a deterá para conquistar o poder absoluto?
"

A minha opinião

“O Palácio de Inverno” de Eva Stachniak retrata a Rússia no séc. XVIII. 

A história de Varvara ou Barbara é a de uma jovem órfã, protegida da Imperatriz Isabel, que foi treinada para espia. Torna-se amiga de Catarina – A Grande e sua espia também.

Espiar é sinónimo de intrigas e traição e o livro não nos dececiona nesse campo. A época dourada que descreve é fantástica, as histórias de Catarina e da Imperatriz Isabel magníficas e a de Varvara não se lhes fica atrás. Sou fã da história da Rússia, que “apesar dos pesares”, sempre olhou as mulheres em pé de igualdade com os homens, no que toca a governar pelo menos. Fascinou-me o facto de que há coisas que nunca mudam: muita sumptuosidade, festas de pompa e circunstância mas com dívidas enormes da coroa.

Uma escrita muito interessante, uma leitura que serviu de aperitivo para a continuação, uma autora a seguir sem dúvida!


Recomendo - março de 2015

Dois livros para este mês.
Duas das minhas autora favoritas!


domingo, 29 de março de 2015

Vida noutro Blog 153

Um blog que sigo com alguma regularidade.
"Refém das letras" é um livro, e como a sua administradora refere, "é um lugar onde estar preso é um prazer". 
Considero-o um espaço de refúgio muito agradável!


sexta-feira, 27 de março de 2015

Sousel: Memórias do Concelho - João Richau

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Sousel é um Vila Alentejana do Distrito de Portalegre, sede de Município, e subdividido em quatro freguesias: Cano, Casa Branca, Santo Amaro e Sousel.

João Richau nasceu na Vila de Cano. No domínio da literatura, tem como principais referências internacionais Thomas Mann, Franz Kafka e Gabriel Garcia Márquez. Os autores portugueses que mais aprecia são Eça de Queiroz, Camilo Castelo Branco, José Saramago e José Rodrigues Miguéis. Outras referências, no estilo narrativo e no romance histórico, para ele muito relevantes nos últimos anos, são Steven Saylor, Christian Jacq e Wilbur Smith.

No domínio da poesia, nutre admiração pela vida e obra de Camões, Bocage e Florbela Espanca. Os vultos que mais aprecia na história das ciências da vida são Gregor Mendel, Charles Darwin, Alois Alzheimer, Thomas Morgan, James Watson e Stanley Prusiner.

Recentemente abarcou o mundo da escrita literária, tendo já publicado dois romances, A Fundação, (Chiado Editora 2012) e Camaleão… ou talvez não (Bubok 2012), assim como um livro monográfico Contributos para uma monografia sobre a Vila do Cano (Bubok 2012).

Com edição prevista para o início de Abril, João Richau irá publicar o Livro 'Sousel: Memórias do Concelho, das suas Gentes, Vilas, Aldeias e Campos' (Volume I).

O Volume 2 está previsto para Setembro de 2015 - 'Recursos Naturais; Arqueologia; História da Economia do presente Concelho de Sousel'.


 «(...) Os meus sentidos agradecimentos ao meu grande amigo João Ramalho, Artista Plástico, por tão talentosamente ter pintado as aguarelas que ilustram a obra, e ao grande Professor de História e escritor, meu amigo e colega, Teotonio R. de Souza, pela escrita do Prefácio. Editei para reparar uma injustiça.
(...)
A todos os Souselenses, Canenses, Albidomenses e Santamarenses, endereço um abraço, esperando que se interessem pela obra.

Foi feita para honrar aqueles que nos antecederam e para reforçar a nossa auto estima nos tempos tão difíceis que atravessamos. A obra não pode ser barata. O Volume 1 são mais de 300 páginas de história, com ilustrações a cores. E como não é subsidiada, acaba por ficar cara. Opções de hoje, como no passado.(...)»

João Richau



'Sousel: Memórias do Concelho, das suas Gentes, Vilas, Aldeias e Campos' (Volume I)

Introdução
Breve nota biográfica, agradecimentos, dedicatória, notas introdutórias e índice.

Capítulo I
Origens dos topónimos e referências históricas mais antigas das vilas, aldeias e lugares do presente concelho - discussão com base em documentos e referências bibliográficas.

Capítulo II
Personalidades naturais do concelho de Sousel ou intimamente ligadas às suas vilas, aldeias e lugares, que se destacaram na vida política, administrativa, militar, cultural e de intervenção social ao longo da história.

Capítulo III
Sobre a Inquisição no presente Concelho de Sousel: membros da instituição, familiares, vítimas, castigos e locais de penitência.


DESTAQUES NESTE VOLUME

1. Apresentam-se hipóteses fundamentadas para a origem dos topónimos Sousel, Cano, Casa Branca, Santo Amaro, Almadafe e Vale de Freixo, bem como de alguns outros, como são os casos das Ribeiras de Almadafe e do Lupe;

2. Descrevem-se as referências históricas mais antigas que se conhecem das localidades do presente Concelho de Sousel, fundadas na literatura, e demonstra-se que Casa Branca foi inicialmente fundada noutra zona e que a sua localização presente só terá ocorrido a partir de finais do séc. XVI/inícios do séc. XVII;

3. Apresentam-se 131 personalidades ligadas às localidades do presente Concelho de Sousel, desde o séc. XIII ao séc. XX, muitas delas bastante mal conhecidas e muitas nunca antes referidas:

4. Finalmente, explicam-se os fundamentos da criação da Inquisição Portuguesa, indicam-se alguns dos seus membros ligados às localidades do presente Concelho de Sousel e publicam-se 446 processos de vítimas da Inquisição, desde o ano de 1536 até 1794, ligados às localidades do presente Concelho de Sousel. Narram-se os tormentos que padeceram as vítimas e complementam-se os processos com novos dados provenientes de diversas referências bibliográficas.»


Páginas: 340

Preço previsto = 40 €

Estará disponível para compra online


Mais informações sobre o Autor:


Publicação original de Ana Paula Branco em 25/03/2015 em

quinta-feira, 26 de março de 2015

A amante - Opinião

SINOPSE: "O jornalista Ben Casper é paranoico e obsessivo. E a maior e mais compulsiva das suas fixações é Diana, a bela mas inacessível mulher dos seus sonhos. 
Quando ela é encontrada morta, após uma queda da varanda do seu apartamento, as autoridades não hesitam em considerar que é um suicídio. Mas Ben conhecia bem Diana e sabe que ela nunca se mataria. Convence-se de que a amiga foi assassinada e embarca numa aventura arriscada para conseguir prová?lo.  
 O jornalista descobre, porém, que ela levava uma vida dupla, e à medida que outras pessoas envolvidas na vida de Diana morrem em circunstâncias questionáveis, torna?se evidente que alguém não quer que a verdade venha ao de cima. E, a menos que Ben desista da sua investigação, ele pode ser o próximo a «sair de cena»."

A opinião da Vera

Benjamim Casper é jornalista e vive uma vida sem grandes preocupações. O fundo que o seu avô lhe deixou permite-lhe viver desafogadamente e gerir o seu jornal online. Desde cedo percebemos que Ben teve problemas na infância que o marcaram profundamente. Ao longo do livro os autores vão introduzindo “notas” sobre esse passado, mas só perto do final é que o leitor consegue juntar todas as peças, quando as maiores e surpreendentes revelações são feitas.

À custa desse passado ele desenvolveu algumas paranoias e obsessões, que quanto a mim, não trouxeram grande interesse para leitura e em determinadas alturas, até me aborreciam. É o único ponto que considero menos bom no livro.

A ação é dominada pela morte de Diana. Ela é a grande paixão de Ben e quando aparece morta, ele vai fazer tudo para descobrir aquilo que já considera ter sido um homicídio e não um suicídio. Não estará certamente preparado para as revelações que irá ter e que vão colocar em causa a natureza da pessoa que ele amava e que achava que conhecia.

De repente o nosso protagonista vê-se perseguido por russos e pela CIA e a sua vida corre perigo. Vai ser uma aventura alucinante com perseguições e explosões onde vale tudo para o eliminar. Mas porque é que a CIA e os russos desejam tanto a morte de Ben? O que pensam eles que ele sabe? Há um vídeo com conteúdo que envolve o Presidente dos EUA e esse vídeo é que resolve todo o enigma. Conseguirá Ben descobrir o vídeo e impedir uma catástrofe?

Além da ação atual a parte da história da infância de Ben revela-se bombástica e completamente surpreendente.

Como habitual nos livros de Patterson, a escrita é fluida, os capítulos são curtos e a ação torna a leitura viciante. Uma leitura que ficou acima das expetativas e que recomendo.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Eu já vi! 257

Qual delas preferem?!
As duas primeiras são simplesmente cópias da imagem! 
A última é a cópia da ideia. 





terça-feira, 24 de março de 2015

As instruções da Pitonisa - Opinião

SINOPSE: "Um carro é devorado pelas chamas em Tantoberget. No interior, estão os corpos carbonizados de duas mulheres, as principais suspeitas dos assassínios em série das antigas alunas do internato de Sigtuna que Victoria Bergman frequentou. Na posse de uma delas, a polícia encontrou várias polaroides dos assassinados rodeados por túlipas amarelas. A detetive Jeanette Kihlberg compreende que, sob a aparência de suicídio a loucura mortífera prossegue o seu caminho. Sofia Zetterlund mantém as sessões de autoterapia para tentar, finalmente, compreender quem realmente é. Victoria Bergman recusa-se a ser dominada e ameaça continuar. Entretanto Madeleine, pensa na sua próxima vítima. É tempo de pagar."



A opinião da Filipa

Muitas vezes, em séries e em trilogias, quando há mais que um livro para contar a mesma história, muitas vezes acontece, essa série perder a qualidade ou não gostarmos tanto como do primeiro.

Já me aconteceu dar 5 estrelas a um segundo livro porque realmente o adorei, mas, não serão as mesmas 5 estrelas que dei ao primeiro volume que, gostei menos mas mesmo assim são 5 estrelas. Ou... vice-versa.

"As instruções da Pitonisa" é o terceiro e último volume de uma trilogia e, para mim, esta trilogia NÃO perdeu de maneira nenhuma qualidade.
Se adorei o primeiro, adorei o segundo e adorei o terceiro.

Depois de ler este terceiro, fui ver o que leitores do goodreads tinham comentado deste último volume pois há acontecimentos que ficam por desenvolver, pessoalmente, esses mesmos desenvolvimentos, a mim, não me fizeram falta, mas compreendo a quem o faça.
Fui ler as opiniões e descobri isso mesmo, pessoas que desceram classificações por faltar o tal desenvolvimento e então, fiquei eu própria a pensar se deveria descer... mas, cheguei à conclusão em 2 minutos que a mim, esses mesmos acontecimentos não me fizeram falta e que, se fosse parte da dupla de autores Erik Axl Sund, teria feito o mesmo.
(Seria tão maravilhoso fazer parte da dupla e passar a uma tripla! Seria quase uma face de Victoria Bergman! -- e só por aqui percebem o quanto delirei com estes livros. Delirei. A palavra certa.)

Concluindo todo este meu devaneio, só posso dizer que cada livro é melhor que o outro.
Já falei da escrita nos volumes anteriores.
Já falei um pouco da história nos anteriores, vou apenas dizer que mais do que nunca, a frase: "nem tudo o que parece é", é mais do que própria para aqui.
Digo também apenas que, acontecimentos passados na nossa infância/adolescência têm um peso enorme na nossa formação enquanto adultos.
Digo, também, o quanto uma pessoa fragilizada se pode tornar numa pessoa poderosa e o quanto uma pessoa fraca se pode tornar numa forte.
E, digo ainda, se nos isolarmos, se ficarmos sós, se não tivermos ninguém de quem gostamos, pudemos tornar-nos amargos e muito perigosos.
Nós, o ser humano; e que, quando somos tão maltratados, a nossa única defesa é refugiar-nos em nós próprios, vivendo no nosso mundo e fazendo a vida... "aqui".
(esta última frase será apenas para quem leu este livro).


Somos o que queremos. Somos o que fazem de nós. Somos as escolhas e as acções que fazemos/praticamos.

"O mundo é um lugar esplêndido que merece que se lute por ele" - frase dita por Hurtig, colega de Jeanette Kihlberg, na página 334 deste livro, retirada do romance de Hemingway: "Por quem os sinos dobram".


domingo, 22 de março de 2015

Vida noutro Blog 152

Como diz a sua administradora, o blog é um pouco do seu mundo.
É o mundo dos livros, leituras e opiniões da Fernanda.
Eu gosto de seguir este espaço. E vós?!
"Reach the Stars...",
 um Blog muito pessoal mas muito interessante!



quinta-feira, 19 de março de 2015

Viagem ao coração dos pássaros - Opinião


SINOPSE: "Viagem ao Coração dos Pássaros remete-nos para um universo único mas que se repete sempre no tempo dos seres humanos. Fala-nos das contradições e dialética do mundo, do amor, da vida, mas também dos seus opostos. É um livro que se lê num sopro, como se fosse um instante, numa viagem que o leitor faz ao coração, o seu próprio, e o dos protagonistas da história, realista, autêntica e bela.
Possidónio Cachapa conduz-nos através da sua escrita profunda, revelando-nos os dons que todos temos e as nossas virtudes mas também as nossas debilidades e fraquezas, numa simplicidade narrativa que nos prende da primeira à última página."



A minha opinião

Uma estória muito interessante, repleta de personagens simples no seu existir mas complexas no seu todo. Numa escrita quase poética, Possidónio Cachapa conta-nos a estória de uma menina diferente, de uma menina que ama e não sabe amar, que salva vidas e termina com elas, que tem tudo e não tem nada.

Este livro fala das pessoas especiais e pouco compreendidas. Fala de vida e da efemeridade dessa mesma vida, mostra-nos que tudo é passageiro. Fala-nos das nossas virtudes, das nossas debilidades e fraquezas, mas também da nossa força como seres humanos que amamos e odiamos com a mesma intensidade. É uma estória de contradições de uma beleza praticamente ímpar.

Há passagens simplesmente lindas, o “voo” da menina numa fuga à realidade, a estória do casal de melharucos, … Estou completamente rendida à escrita do autor!

Uma leitura a não perder, até porque o livro é pequeno e lê-se num ápice!


 

quarta-feira, 18 de março de 2015

Eu já vi! 256

Não podia deixar de publicar estas, até porque já tenho uma coleção enorme delas! :P
Penso que os Blogues "Estante de Livros" e "Romance, Entre Aspas" também já as mostraram.
Quando dei com a primeira fiquei estarrecida! Há tão pouco tempo que a SDE tinha colocado no mercado a da SK e agora mais uma portuguesa, sem tirar nem pôr. 
Haja imaginação!

 Ver mais aqui

terça-feira, 17 de março de 2015

Fome de fogo - Opinião

SINOPSE: "Os esforços de Jeanette Kihlberg para solucionar os casos dos meninos mortos são cerceados quando um homem de negócios é assassinado em Estocolmo, naquilo que parece ser uma morte ritualística. Alguns pormenores sugerem um ato de vingança. Mas vingança de quê? Entretanto, Jeanette continua à procura da desaparecida Victoria Bergman e as suas investigações levam-na a um colégio interno de elite, bem como à Dinamarca e a acontecimentos do seu próprio passado. Por seu turno, a psicoterapeuta Sofia Zetterlund tenta encontrar-se a si própria. À semelhança do primeiro livro desta trilogia, somos confrontados com voltas e reviravoltas e um final absolutamente inesperado."



A opinião da Filipa
 
E as minhas primeiras 5 estrelas do ano vão para..... erik axl sund.
Se eu adorei o primeiro volume da trilogia, para este, nem sei como classificar o que senti.

A rapariga-Corvo:

Descreve-nos toda a perturbação de um ser humano após ter sido sujeitado a anos de maus tratos pelo próprio pai. Pela própria mãe. Por amigos dos pais. Por amigos dos amigos.
Descreve todo o sofrimento de uma família completamente desestruturada e como isso afeta o desenvolvimento físico e psíquico do ser humano.
Até onde, mais tarde ele irá, até ele próprio se tornar um monstro.

Fome de Fogo:

"Não existe uma boa razao para recomeçar, disse ele.
Tu sempre me pertenceste e hás de pertencer-me sempre.
Ela sentiu-se como se fosse duas pessoas.
Uma que gostava dele, outra que o odiava."


Toda a perturbação descrita no Rapariga-Corvo é esventrada, espezinhada e analisada e, quanto mais se esgravata no fundo, mais pormenores vêm à tona.
Quanto mais forçamos as memórias a regressarem mais detalhes tenebrosos são descobertos e mais linhas se vão entrecruzando para Jeanette Kihlberg ter que investigar, juntando pontinho por pontinho até por fim tudo começar a bater certo e encaixar cada informação nova nas anteriores. Umas nas outras.
Ou... será... que...?


"Nós andamos à volta do mundo em bicicletas, nós tocamos nas ruas e nas praças..."

Victoria Bergman continua a ser a chave para a conclusão de todo o processo mas continua desaparecida e todos os dados de acesso a esta são confidenciais.

Ataca-se noutra frente.
Ex-alunas do internato onde estudou Victoria Bergman.
O que fazem. Quem são.
O que aconteceu naquela altura, ou naquela tão falada praxe que envolveu tanto Victoria como outras duas alunas.

O procurador Von Kwist.
Intriga-me.

Viggo Durer.
Uma personagem que ainda nem apareceu mas que gera um ódio desmedido.

Sofia Zetterlund. Continua a empenhar-se no seu trabalho e a tentar ajudar vítimas de violações e abusos sexuais em criança.
Continua a colaborar com Jeanette e todos os seus pensamentos e análises críticas merecem reflexão.

Jeanette Kihlberg, num jogo de cintura entre o trabalho cada vez mais cansativo e a sua própria vida pessoal que se encontra num caos.
O filho desta ainda meio em negação do que aconteceu no fim do primeiro volume.
(e gostei que esse mistério fosse revelado no fim deste segundo volume... as minhas conjecturas algo psicopatas foram ultrapassadas).

Mortes sangrentas. Assassinatos. Suicídios.
Ciúmes.
Misto de sentimentos contraditórios.
Desconfianças.
Investigações arquivadas... em curso.
Refém em cativeiro.
Personagens novas introduzidas para espanto meu ao ser revelado quem são.
Capítulos curtos.
Narrativa com vários episódios decorridos no passado.
Ritmo intenso a fazer com que os meus olhos fujam também eles para a página seguinte de tão desejosa estava de querer saber o que raio estava a acontecer.

"Perdoar é algo grandioso, pensa. Mas compreender sem perdoar é algo muito maior."


Passatempos 4º Aniversário - Resultados

Obrigada a todos pelas participações!



1º Passatempo - Adivinha Qual!

Das 79 participações para o passatempo do livro "Irmã" de Rosamund Lupton, o Random escolheu o nº17 .
Parabéns à Inês Abadesso.





2º Passatempo - Os Marcadores são teus!

Para o conjunto de 5 marcadores de livros saiu o nº 8.
Parabéns ao Jorge Martins.


Fico à espera do vosso contacto para envio dos prémios.
calin-da@sapo.pt


domingo, 15 de março de 2015

Vida noutro Blog 151

Um espaço que tem estado em silêncio nos últimos tempos.
Um espaço que visito regularmente porque me agrada.
Um espaço que parece renascer, hoje.
Fico à espera de mais "Rascunhos de mim", Bárbara!


sábado, 14 de março de 2015

4º Aniversário

Quatro anos convosco!
Deixo-vos apenas alguns números que me animam e me ajudam a seguir em frente.



O Blog conta com 180 000 visitas. Foram cerca de 70 000 este ano.
Já temos quase 700 seguidores no Blog.
A nossa página no FB que já ultrapassou os 1100 gostos.
Chegámos aos cinco cantos do mundo.
Em 2014 contámos com vários passatempos, as rubricas Eu já vi!, Poesia, Vida noutro Blog,  O livro do mês e muitas, muitas opiniões. Obrigada às amigas e colaboradoras Filipa Monteiro, Vera Neves e Margarida Costa.
Vamos continuar deste lado ao ritmo possível! Conto com a vossa presença!
 

quinta-feira, 12 de março de 2015

O último minuto - Opinião

SINOPSE: "Dawson Scott é um jornalista muito respeitado recentemente regressado do Afeganistão. Assombrado por tudo o que viveu, sofre de neurose de guerra, o que é uma ameaça para todos os aspetos da sua vida. Um dia recebe o telefonema de uma fonte dentro do FBI. Houve um novo desenvolvimento numa história que começou há quarenta anos. Poderá ser a GRANDE história da carreira de Dawson, na qual ele tem um interesse pessoal.
Em breve Dawson está a investigar o desaparecimento e alegado homicídio do ex-fuzileiro naval Jeremy Wesson, filho biológico do casal de terroristas que permanece na lista dos Mais Procurados do FBI. Dawson dá então por si a gostar cada vez mais da ex-mulher de Wesson, Amelia, e dos seus dois filhos. Porém, quando a ama de Amelia aparece morta, o caso toma um novo rumo surpreendente, com o próprio Dawson a tornar-se suspeito. Assombrado pelos seus próprios demónios, Dawson inicia a perseguição dos famosos criminosos...e da verdade surpreendente e secreta sobre si próprio."


A opinião da Vera

Sou fã de Sandra Brown desde o primeiro livro publicado em Portugal. Li os vários livros que foram chegando aos leitores e todos eles reforçaram a minha adoração pela autora e este não foi exceção! Porque Sandra Brown sabe como escrever uma boa história, sabe deixar o leitor colado ao livro até à última página e escrever um final surpreendente!

Os personagens são excelentes, cheios de pormenores que enriquecem a história pessoal de cada um e consequentemente, a história global do livro.
Dawson é um jornalista conceituado que regressou da Guerra do Afeganistão, onde esteve vários meses para depois escrever uma reportagem sobre o assunto. No entanto, acontecimentos dramáticos fazem com que não consiga escrever e mais do que isso, mudaram-no enquanto pessoa. Dawson tem uma luta interna para travar. Portanto não se interessa por aí além, quando o seu padrinho lhe pede para averiguar uma história. Ele acede ao pedido por saber da importância que tem para o seu padrinho, devido a um caso que este, enquanto agente do FBI, nunca conseguiu resolver. 
Amelia está envolvida nesse caso. O seu ex-marido, que todos pensam estar morto, está envolvido num caso de homicídio e Amelia é testemunha no caso. Pensa que no fim deste poderá virar a página e recomeçar a sua vida. Não poderia estar mais longe da verdade. Jeremy, o seu ex-marido tem um passado que Amelia só agora vai descobrir e que está ligado a criminosos da lista dos mais procurados pelo FBI. Os fatos são surpreendentes e difíceis de digerir. Mas muito está para vir.

O Último Minuto tem um ritmo alucinante e cativa-nos do início ao fim. Consegue trazer o inesperado, quando já achamos que descortinamos tudo. É forte e todos os dados encaixam de forma perfeita, sem incongruências, sem pontas soltas.
Mais um livro excelente de Sandra Brown. Recomendo. 


quarta-feira, 11 de março de 2015

Eu já vi! 255

As três primeiras encontrei-as por acaso.
As três de baixo "roubei-as" à Ne.

A capa do "Interligados" é de outro modelo, mas é tão idêntica!

terça-feira, 10 de março de 2015

A filha da floresta - Opinião

SINOPSE: "A Filha da Floresta é uma história do tempo em que a Irlanda e a Bretanha ainda não eram "uma só ilha", do tempo em que a honra era a razão de viver de muitos homens e também do tempo em que o amor entre irmãos vencia qualquer contratempo, derrotando quem os tentasse separar.
Colum, senhor de Sevenwaters, tinha sido abençoado com sete filhos: Liam, Diarmid, os gémeos Cormack e Connor, o rebelde Finbar e o novo e compassivo Padriac. Mas Sorcha, a sétima filha do sétimo filho, única mulher da família e muito nova para ter podido conhecer a sua mãe, está destinada a proteger a sua família e a defender as suas terras dos Bretões e do clã conhecido como Northwoods. Após a chegada de Lady Oonagh, uma traidora que se infiltrou em Sevenwaters, bela como o dia mas com o coração negro como a noite, tudo mudou. Para alcançar o seu objectivo, enfeitiçou Lord Colum e transformou os seus seis filhos em cisnes, tendo ficado unicamente Sorcha. Depois de escapar ao poder da feiticeira, Sorcha refugiou-se na floresta, longe de casa para poder cumprir a sua tarefa e salvar os seus irmãos. Mas é, entretanto, capturada pelo inimigo, ficando assim todo o seu futuro nublado, uma vez que Sorcha irá estar dividida entre o mundo que sempre tomou como seu e um amor, que só aparece uma vez na vida.
A Filha da Floresta é o primeiro livro de uma belíssima trilogia sobre sete irmãos, que pertencem à mesma corrente do mesmo lago e ao profundo bater do coração da floresta."


A opinião da Filipa
 
Este é o primeiro livro que faz parte da trilogia: Sevenwaters.
Nele, acompanhamos as aventuras de Sorcha, a sétima filha de um sétimo filho de um "reinado" chamado Sevenwaters.

Sorcha, é a protegida dos seus seis irmãos. Juntos fazem tudo e juntos vencem tudo. São muito unidos e cada um possui características que os distingue de os demais, mas, comum a todos, é o sentimento de pertença a Sevenwaters e de protecção entre eles.
Conhecem os cantos e recantos da floresta que circunda o meio onde vivem, têm uma relação especial com esta. Especialmente, Sorcha.
Há criaturas encantadas que habitam no mesmo meio conhecido dos irmãos e são essas criaturas que vão pregar as suas "partidas" ao longo de todo o livro, sendo que as suas presenças vão ser muito subtis, à excepção de uma dama. . .

Todo o mundo como eles o conhecem vai ser alterado quando chega uma nova mulher que apaixonou/enfeitiçou o pai dos irmãos. . . e é aqui que tudo vai ser alterado e a demanda de Sorcha se inicia.

Uma mulher das trevas. Um encantamento lançado sobre os irmãos.
E, Sorcha vai ter de ser a mais corajosa deles todos e a que possuirá maior fé, pois Sorcha poderá reverter o feitiço que foi lançado sobre os seus irmãos.

Assim, Sorcha é obrigada a percorrer outras terras e a deixar Sevenwaters, é obrigada a permanecer escondida para, também ela, não ser enredada por algum feitiço e puder libertar novamente os irmãos.
Nesta sua aventura sozinha, vai sofrer. . . vai sofrer muito.
Vai ser dona de uma coragem desmedida e de um amor inabalável.
Vão-lhe fazer mal.
No entanto, no meio de tanta desgraça, desgraça essa que vai percorrer todo o livro, Sorcha conhecerá o inimigo, inimigo esse que vai mudar o rumo da história.

Tenho a dizer que a capa deste livro ilustra muito muito bem, a essência da história. Uma capa belíssima e muito adequada.

A história de Juliet Marillier é super envolvente e muito emocionante. Uma história que quebra fronteiras e que nos mostra o poder do amor.
O que fazemos nós quando atacam os que amamos?

O livro termina com acontecimentos por explicar.
Irei ler em breve o segundo livro pois estou muito intrigada com o rumo de certos personagens.

A única "crítica" que faço ao livro, prende-se com o facto dos capítulos serem muito extensos.
Repletos de pensamentos e narrações (também devido ao que acontece a Sorcha, não fazia sentido ser de outro modo), o que para mim, torna um pouco cansativo a sua leitura.

Termino com: Quem gosta de livros de fantasia, está à espera de quê para ler Juliet Marillier?


domingo, 8 de março de 2015

Vida noutro Blog 150

"Rabiscos do Luar", 
um Blog no masculino pela mão do Miguel Jerónimo, o seu administrador.
Um espaço de eleição, do melhor que por estes lados se faz!
O Miguel descreve assim o seu blog:  
"O blogue Rabiscos do Luar visa avizinhar-se dos temas que possibilitam a existência humana: a Literatura (Poesia e Prosa), o Teatro, o Cinema, a Fotografia, a Música, a Pintura, a Escultura, o Desenho, a Dança, a Banda Desenhada, a Arte Digital, a Arquitectura, o Graffiti; em suma, todos os géneros artísticos."
Um lugar único, de passagem obrigatória!

quinta-feira, 5 de março de 2015

O pijama da gata - Opinião


SINOPSE: "O Pijama da Gata segue o encontro de Jonah e Crystal Philips num ambiente nostálgico da Jazz Age. Os dois conhecem-se em Paris, quando Jonah decide ver a peça Cat’s Pajamas, protagonizada pela magnífica atriz. De volta a Nova Iorque e deslumbrado com a sua beleza, desenvolve um desejo obsessivo, que rapidamente o começa a assombrar. A expectativa e a apreciação por um futuro idealizado que nenhum deles realmente prevê, consome-os no seu presente. A atração instintiva dos dois, conduze-os a um quarto de motel que começa a adquirir as características visuais da sua paixão, marcada por uma sensação de efemeridade, que se vai arruinando progressivamente até ao declínio final."


A minha opinião
 
Uma nova autora portuguesa, um novo livro, uma nova história de amor e paixão. Como sabem, estes três ingredientes enchem de prazer esta humilde leitora.

Entrei nesta leitura com expetativas altas e fiquei deveras surpreendida porque essas expetativas vieram a confirmar-se. Estamos perante uma nova autora que se preocupa com a beleza da sua escrita, preocupa-se com a clareza e com a correção da mesma e preocupa-se principalmente com a apresentação do seu texto e do seu livro como um todo.

Pat R escreve de forma intrincada e rica mas que por magia e certamente por talento é uma escrita direta, fluída, clara e acessível. Encontrei equilíbrio entre as descrições e o diálogo além de capítulos pequenos que tornam o texto agradável e fluído.

A história é muito diferente do que já li até hoje, e não li pouco! Passa-se no meio artístico, que para mim é uma mais-valia por ser tão diferente e pouco acessível para mim. A trama é envolvente, concisa, provável, equilibrada e carregada de emoção. As personagens estão bem caracterizadas, principalmente no ponto de vista psicológico, o que me agradou bastante. Todo o romance, claramente carnal, é diferente e está muito bem enquadrado na vida das personagens e no seu meio artístico. A autora não descurou a sua pesquisa, de espaços, de cultura musical e artística, de ações/reações e até de possibilidades para novos rumos para a sua história. A procura do eu por parte destas personagens é uma constante e o final do livro, apesar de eu esperar outro rumo, está muito bem pensado e é um "desfecho" muito interessante para esta história.

Não é um romance muito normal, não é uma história muito comum, é sim um livro para ser lido e uma autora para ser seguida, sem qualquer dúvida!

quarta-feira, 4 de março de 2015

Eu já vi! 254

Mais uma que eu encontrei e outra que a dupla Ne/Mafi descobriram. 
Há imensas!

Ver mais aqui

terça-feira, 3 de março de 2015

Eleanor & Park - Opinião

SINOPSE: "Dois inadaptados. Um amor extraordinário.
Eleanor... é uma miúda nova na escola, vinda de outra cidade. A sua vida familiar é um caos; sendo roliça e ruiva, e com a sua forma estranha de vestir, atrai a atenção de todos em seu redor, nem sempre pelos melhores motivos.
Park... é um rapaz meio coreano. Não é propriamente popular, mas vestido de negro e sempre isolado nos seus fones e livros, conseguiu tornar-se invisível. Tudo começa a mudar quando Park aceita que Eleanor se sente ao seu lado no autocarro da escola.
A princípio nem sequer se falam, mas pouco a pouco nasce uma genuína relação de amizade e cumplicidade que mudará as suas vidas. E contra o mundo, o amor aparece. Porque o amor é um superpoder."


A opinião da Filipa

Eleanor.
Eleanor é uma rapariga cheia de problemas.
Uma rapariga que não deixa que esses mesmos problemas venham com ela para fora de casa.
Uma rapariga que é diferente mas.... diferente porque tem mesmo de ser. Não por opção.

Eleanor tem uma família disfuncional.
Uma família que sobrevive num ambiente de medo...
Tem uma mãe muito bonita que um dia já foi feliz. Ou quase.
Tem muitos irmãos e todos eles necessitados de atenção.

Park.
Um rapaz que se veste todo de preto.
Um rapaz que vai todos os dias no autocarro para a escola, lendo banda desenhada e ouvindo música.
Um rapaz que não se dá com os populares. Vai-se dando.
E... tenta passar despercebido de todas as maneiras.
Tenta integrar-se.

Park tem uma família... que se ama.
Uma família que se apoia mutuamente.
Uma família que o ama e quer o melhor para ele.
Uma família que não tem medo de mostrar e demonstrar esse amor entre todos.
Principalmente o amor... que se mantém entre os pais.

Um dia, ambos, conhecem-se no autocarro para a escola e sem que nada o fizesse prever, começam a falar um com o outro.

Não tarda, não conseguem pensar em ninguém sem ser neles próprios.
Não tarda, o melhor do dia de Park, é Eleanor e, o melhor do dia de Eleanor, é Park.

Não tarda, estão a ler as mesmas bandas desenhadas e a conhecer novas bandas musicais.

Não tarda.... não sabem se são ou não namorados....
E, passam todo o tempo livre juntos e, querem sempre mais e mais....

Ao meio do livro, sabemos e "vemos" que Eleanor é gozada na escola e aparecem frases escritas nos seus livros e cadernos que ela não sabe quem foi, mas desconfia.

No pior dia de toda a sua vida (e teve dias mesmo horríveis), após ter passado o melhor tempo de sempre com Park..... descobre quem escrevinhava frases tão obscenas nos seus livros e.......... tudo muda.

O livro é escrito alternadamente.
Ora é a parte do Park, ora é a parte de Eleanor e, essas partes são sempre curtas.
O leitor incentiva-se a si próprio a continuar.

A escrita é muito fluída e ouvimos os pensamentos de ambos.
Temos referências fantásticas a grupos de música e ao que era popular nos anos 80.


Estive a torcer desde o início pelo amor mais fofinho que alguma vez li, um amor que me fez realmente recordar como foi o primeiro amor.
Quais as experiências por que passamos. E como.

Não lhe dou as cinco estrelas porque.... não gostei do fim.
Estive até ao virar da última página a pensar que não acabaria assim...

Mas, agora que já passaram umas horas desde que o acabei, começo a pensar que o que verdadeiramente não gosto é de.... já o ter acabado e não ter mais Eleanor&Park para ler.

Como última nota, refiro uma campanha da editora Saída de Emergência em relação a este livro.
Perto do dia de São Valentim, quem fizesse a encomenda e enviasse um e-mail para a editora com os nomes que queria ver numa contra-capa, eles faziam-no.
Assim, não li "Eleanor&Park", li "Filipa&Filipe", o que tornou a leitura ainda mais prazeirosa.

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